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Quanto tempo as crianças devem passar no tablet ou celular?

Quanto tempo as crianças devem passar no tablet ou celular?

Os aparelhos eletrônicos tornaram-se parte da rotina das crianças. Seja como método educativo ou de entretenimento, é essencial equilibrar o uso dos celulares e tablets. Apesar da eficiência dos gadgets no cotidiano, eles podem ser influenciadores diretos do desenvolvimento infantil e, por isso, merecem atenção redobrada em relação ao seu uso.

Há alguns anos a discussão acerca desse mote ganhou mais espaço e, baseada nessa polêmica, a Academia Americana de Pediatras (AAP), realizou um estudo para analisar o uso das tecnologias por crianças e os impactos que ocasionam. Veja algumas indicações:

Até os dois anos de idade

Separada em 3 principais fases, a Academia Americana de Pediatras indica que crianças de até pelo menos 18 meses não tenham contato direto com celulares, tablets e até mesmo televisão. A eficiência atrativa dos aparelhos eletrônicos com as crianças faz com que sejam utilizados exageradamente.

Talvez seja complicado privar os pequenos do contato direto com as tecnologias, mas é interessante evitar ao máximo. As primeiras fases de vida são essenciais para o desenvolvimento cognitivo, que pode ser atrapalhado pela influência do mundo digital. Até os dois anos de idade, os pequenos ainda não têm a capacidade de transformar o que veem no digital para o real, tornando esse contato irrelevante e prejudicial ao seu crescimento.  

Dos 2 aos 5 anos de idade

A partir dos dois anos de idade, é possível começar a inserir os aparelhos eletrônicos com maior frequência na rotina das crianças. Com essa idade, os pequenos começam a ter maiores interações com o mundo externo e, consequentemente, maior consciência do que veem no mundo digital. A AAP e diversas outras associações especializadas no assunto recomendam que crianças nessa faixa etária utilizem, em média, os celulares e tablets por 1h por dia.

Há alguns aplicativos e programas on-line que permitem que as crianças gerem conhecimento e sejam estimuladas, sendo que essa relação depende diretamente do auxílio e do contato contínuo dos pais ou responsáveis.

A partir dos 6 anos de idade

A partir dos 6 anos, as crianças já têm parte de seu sistema cognitivo desenvolvido. A partir disso, é possível ser um pouco mais liberal em relação ao uso dos aparelhos eletrônicos. Assim como em todas as fases da vida, é importante saber balancear o tempo de uso, não interferindo  no tempo de sono ou nas atividades físicas.

Problemas pelo uso dos aparelhos eletrônicos na infância

Um dos principais pontos a se ressaltar no uso dos aparelhos eletrônicos é o conteúdo com o qual as crianças têm contato. Os primeiros anos de vida são fortemente marcados pela influência externa, ou seja, reagem de acordo com o que veem e ouvem. Além disso, fatores como obesidade infantil, dor de cabeça, falta de sono e distúrbios de atenção também podem ser causados ou agravados pelo uso excessivo de aparelhos eletrônicos.

Mesmo que seja difícil padronizar o horário de uso dos celulares e tablets pelas crianças, é fundamental encontrar equilíbrio nessa relação. O uso da tecnologia pode ser um fator significante na formação cognitiva e social dos pequenos, sendo de extrema importância ajudá-los a conciliar seus gostos, aprendizados e diversão com o mundo digital.

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